A ponte Volta Grande, importante ligação entre Minas Gerais e São Paulo sobre o Rio Grande, teve o tráfego liberado na tarde desta quarta-feira (1º/4). A decisão foi tomada pelos Departamentos de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e de São Paulo (DER-SP) após a conclusão de obras emergenciais de reforço estrutural nos pilares da estrutura.
Reforço Estrutural Garante Segurança Temporária
A ponte, localizada entre a rodovia AMG-2540 em Minas Gerais e a SP-413 em São Paulo, apresentou fissuras em seus pilares, o que exigiu intervenções imediatas para garantir a segurança dos usuários. As obras emergenciais consistiram no reforço dos quatro pilares afetados, com a instalação de anéis metálicos e cintas de aço para conferir maior rigidez e capacidade de suporte à estrutura. O tratamento das fissuras com injeção de resina também foi realizado para recompor o concreto e prevenir a infiltração de agentes corrosivos.
Conexão Logística Restabelecida
Com 540 metros de extensão e construída em 1974, a ponte Volta Grande é fundamental para a logística regional, facilitando o acesso a municípios paulistas como Barretos e o escoamento da produção. A liberação do tráfego restabelece essa conexão estratégica para o deslocamento de pessoas e mercadorias.
Solução Definitiva em Planejamento
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, representado pelo vice-governador Mateus Simões, afirmou que as cintas de aço instaladas garantem a segurança imediata. “A ponte está liberada para uso de veículos leves e pesados. Nós vamos conversar com São Paulo depois, ao longo das próximas semanas, sobre o conserto definitivo”, declarou Simões. Os órgãos rodoviários dos dois estados reforçam que as intervenções realizadas são de caráter paliativo e que tratativas estão em andamento para a formalização de um termo de parceria que prevê a manutenção integral e uma intervenção permanente na ponte.
Impacto para a Região
A reabertura da ponte Volta Grande é um alívio para os usuários que dependem dessa ligação diariamente. A agilidade na execução das obras emergenciais minimiza os transtornos para a população e para a economia local, restabelecendo um fluxo essencial para o desenvolvimento regional.