O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (1º) em Brasília, após quase dez dias de internação. Ele foi submetido a cirurgias para correção de hérnia inguinal bilateral e tratamento para crises persistentes de soluço. Após deixar o Hospital DF Star, Bolsonaro foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal na capital federal, onde cumpre pena em regime fechado.
Apesar da recuperação e da alta médica, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pela segunda vez o pedido da defesa de Bolsonaro para que o ex-presidente pudesse cumprir prisão domiciliar. A solicitação da defesa se baseava em motivos humanitários, mas foi indeferida pelo STF.
Contexto da internação
A internação de Bolsonaro ocorreu após a realização de procedimentos cirúrgicos. O ex-presidente vinha sofrendo com crises de soluços que motivaram a busca por tratamento médico intensivo. A complexidade dos procedimentos e o acompanhamento pós-cirúrgico justificaram o período de quase dez dias no hospital.
Decisão do STF sobre prisão domiciliar
A defesa de Jair Bolsonaro apresentou um pedido formal ao STF solicitando o cumprimento da pena em regime domiciliar. Argumentos de ordem humanitária foram apresentados para justificar a medida. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, negou o pedido, mantendo a determinação para que Bolsonaro permaneça sob custódia na Superintendência da Polícia Federal.
Próximos passos
Com a alta hospitalar e a manutenção da prisão em regime fechado, Jair Bolsonaro deve permanecer detido na sede da Polícia Federal em Brasília. A decisão do STF sobre a prisão domiciliar indica que o ex-presidente não terá autorização para deixar a unidade policial e cumprir a pena em sua residência, ao menos por ora. Detalhes sobre a rotina e os próximos desdobramentos da custódia devem ser divulgados pelas autoridades competentes.