O ministro Dias Toffoli não seguirá como relator do inquérito sobre o caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi comunicada na noite de quinta-feira (12) e oficializada por meio de uma nota assinada pelos 10 ministros da Corte. A investigação da Polícia Federal (PF) que apontou supostos contatos entre Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro, após a análise do celular de Vorcaro, foi o estopim para a mudança.
Com a saída de Toffoli, o ministro André Mendonça assume a relatoria do caso. A decisão busca, segundo informações, preservar provas e buscar apoio dentro do próprio Supremo. A pressão pela saída de Toffoli ganhou força após a divulgação dos resultados da investigação da PF.
Pressão no Congresso e no STF
A situação de Dias Toffoli se agravou com o desenrolar das investigações. O presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, avaliou que o ministro não possui mais condições de permanecer no STF. Paralelamente, parlamentares da oposição no Congresso Nacional protocolaram um novo pedido de impeachment contra o ministro, buscando aprofundar as apurações sobre sua conduta.
A nota conjunta dos ministros do STF sinaliza um movimento interno para blindar a Corte de contaminações externas e garantir a credibilidade das investigações. A troca de relatoria é vista como um movimento estratégico para manter a estabilidade institucional.
Opinião e Críticas
A própria Gazeta do Povo publicou um editorial intitulado “A hora da verdade para o Brasil: Toffoli tem de sair”, argumentando que o ministro perdeu a legitimidade moral para ocupar a cadeira no STF. O editorial ressalta que a situação expõe o Brasil a uma encruzilhada institucional.
Deltan Dallagnol, em um artigo, também abordou o caso, listando seis perguntas que o ministro Dias Toffoli precisaria responder. A análise sugere que a condução do caso pelo ministro tem sido questionada em diversas esferas.
Outros Destaques do Dia
Na política nacional, o senador Flávio Bolsonaro defendeu o fim da reeleição para a Presidência. Já no cenário musical, o funkeiro Oruam, filho de Marcinho VP, completa 10 dias foragido. Em um giro internacional, o narcotráfico tem intensificado o uso de submarinos, enquanto na Europa há preocupações com a pressão sobre redes sociais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou uma ação contra Lula por propaganda antecipada. Uma corte italiana concluiu audiências sobre a extradição de Zambelli. Na Amazônia, facções criminosas expandem suas atividades para o garimpo ilegal. A inteligência artificial, com o ChatGPT, promete avanços em laboratórios de robótica e na produção de medicamentos.
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Para quem busca tranquilidade durante o carnaval, Santa Catarina oferece cinco refúgios encantadores. A região apresenta opções para quem prefere sossego à agitação tradicional do feriado.
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