Morre Jesse Jackson, ícone dos Direitos Civis nos EUA e aliado de Martin Luther King, aos 84 anos

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O reverendo Jesse Jackson, figura proeminente na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos e um dos companheiros mais próximos de Martin Luther King Jr. na década de 1960, faleceu nesta terça-feira (17) aos 84 anos. A notícia foi confirmada por sua família em um comunicado oficial.

Jackson, um pastor batista conhecido por sua eloquência e fervor, dedicou sua vida a desmantelar as barreiras raciais que limitavam a participação política e social dos afro-americanos. Sua incansável defesa da justiça e da igualdade inspirou movimentos e transformou o cenário social e político do país.

“Sua fé inabalável na justiça, na igualdade e no amor inspirou milhões de pessoas, e pedimos que honrem sua memória continuando a luta pelos valores pelos quais ele viveu”, declarou a família, em um apelo para que o legado de Jackson seja mantido vivo.

Além de seu ativismo, Jesse Jackson também se aventurou na política, candidatando-se à Presidência dos Estados Unidos em duas ocasiões, demonstrando sua ambição em alcançar mudanças em larga escala.

Reflexos para o Norte de Minas

Embora a atuação de Jesse Jackson tenha se concentrado nos Estados Unidos, sua luta por igualdade e justiça social ressoa globalmente, servindo de inspiração para movimentos por direitos civis em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil. A busca por equidade racial e o combate à discriminação são temas universais que encontram eco em comunidades que, como as do Norte de Minas, também enfrentam desafios históricos relacionados à desigualdade social e econômica. O legado de Jackson reforça a importância da persistência e da mobilização coletiva na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva para todos.

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