Irã Ameaça Continuar Ataques a Vizinhos que Ajudarem

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O que aconteceu

O Irã reiterou neste sábado (7) sua disposição em atacar nações vizinhas que ofereçam a seus adversários, como Israel e Estados Unidos, “pontos usados em agressões contra nosso país”. A declaração partiu de Gholamhossein Mohseni Ejei, chefe do Judiciário iraniano e membro do conselho interino de liderança do país.

Segundo Ejei, “evidências das Forças Armadas do Irã mostram que a geografia de alguns países da região está, de forma aberta e encoberta, à disposição do inimigo”. A fala surge em meio ao oitavo dia de conflito intenso, marcado por novas fases da ofensiva israelense contra Teerã e o grupo Hezbollah no Líbano.

Nova Fase da Ofensiva e Reação Iraniana

A guerra, que entrou em sua segunda semana, viu Israel intensificar ataques contra alvos iranianos, incluindo uma academia militar, um centro de comando subterrâneo e um depósito de mísseis. O aeroporto internacional de Mehrabad, na capital iraniana, também foi alvo de um grande incêndio. Simultaneamente, Israel bombardeou diversos alvos do Hezbollah no sul e leste do Líbano, resultando em 16 mortos, de acordo com o Ministério da Saúde libanês.

Em resposta à escalada, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, adotou um tom desafiador em relação às exigências de “rendição incondicional” feitas pelos Estados Unidos. “Os inimigos levarão para o túmulo seu desejo de que o povo iraniano se renda”, declarou Pezeshkian em pronunciamento televisionado.

A tensão se estendeu a outras capitais regionais. Sirenes e explosões foram ouvidas em Jerusalém, Dubai, Manama e Riade. Na capital saudita, as defesas interceptaram mísseis direcionados a uma base aérea com militares americanos. O aeroporto de Dubai, um dos mais movimentados do mundo, chegou a suspender operações brevemente.

Ataque a Petroleiro

A Guarda Revolucionária iraniana também reivindicou a ação de um drone contra um petroleiro que tentava cruzar uma passagem estratégica para o Golfo Pérsico, aumentando a complexidade da crise regional.

Reflexos para o Norte de Minas
Embora o conflito ocorra no Oriente Médio, tensões geopolíticas globais podem gerar instabilidade nos mercados internacionais de petróleo, com potenciais reflexos nos preços dos combustíveis em Minas Gerais e em todo o Brasil. A volatilidade no preço do barril de petróleo pode impactar o custo do transporte e da produção, afetando diretamente o bolso dos consumidores e a economia local de Montes Claros e região.

Contexto e próximos passos

O tema segue em acompanhamento. Atualizaremos esta notícia caso haja novas informações oficiais.

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