PCDF indicia três técnicos de enfermagem por homicídios triplamente qualificados de pacientes em hospital

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu o inquérito que investigava as mortes de três pacientes no Hospital Anchieta, em Taguatinga. Três técnicos de enfermagem foram indiciados sob acusação de homicídios triplamente qualificados, com a polícia apontando o uso de veneno, traição, dissimulação e recurso que dificultou a defesa das vítimas.

Os profissionais são suspeitos de injetar medicamentos indevidos e desinfetantes diretamente nas veias de três pacientes. As vítimas tinham 75, 63 e 33 anos e faleceram entre novembro e dezembro de 2025. As prisões preventivas dos indiciados foram efetuadas na última terça-feira (10/3), após estarem sob prisão temporária desde meados de janeiro.

Detalhes da investigação

Dois dos técnicos de enfermagem, um homem e uma mulher, foram indiciados por três homicídios triplamente qualificados. As penas para esses crimes podem atingir até 90 anos de reclusão. A terceira técnica de enfermagem indiciada responde por dois homicídios triplamente qualificados, com possibilidade de pena de até 60 anos.

A investigação policial detalhou que os crimes foram cometidos com emprego de veneno, traição, dissimulação e recurso que tornou impossível ou difícil a defesa das vítimas. Esses elementos qualificam ainda mais os homicídios.

Sigilo judicial

Conforme informado pela Polícia Civil, o inquérito e o processo judicial tramitam sob sigilo. Por essa razão, informações adicionais sobre o caso não podem ser divulgadas pelas autoridades neste momento. A conclusão do inquérito foi divulgada nesta sexta-feira (13/3).

Reflexos para o Norte de Minas

Embora o caso investigado pela PCDF tenha ocorrido no Distrito Federal, incidentes graves em unidades de saúde como este reforçam a importância da vigilância e dos protocolos de segurança em hospitais de todo o país, incluindo Montes Claros e a região Norte de Minas. A qualidade e a segurança no atendimento médico são prioridades que afetam diretamente a vida dos cidadãos mineiros, exigindo fiscalização rigorosa e capacitação contínua dos profissionais de saúde.

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