Um em cada quatro brasileiros já saiu de casa por evento climático

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"title": "Um em Cada Quatro Brasileiros Já Saiu de Casa por Eventos Climáticos Extremos; Alerta para o Norte de Minas",
"subtitle": "Pesquisa Ipsos/Instituto Talanoa revela que 24% da população foi deslocada por fenômenos como enchentes e ondas de calor, demandando maior foco em adaptação regional.",
"content_html": "<h1>Um em Cada Quatro Brasileiros Já Saiu de Casa por Eventos Climáticos Extremos; Alerta para o Norte de Minas</h1><h2>Pesquisa Ipsos/Instituto Talanoa revela que 24% da população foi deslocada por fenômenos como enchentes e ondas de calor, demandando maior foco em adaptação regional.</h2><p>Uma parcela significativa da população brasileira, cerca de um em cada quatro indivíduos (24%), já precisou deixar sua residência temporariamente devido a eventos climáticos extremos. A informação é de uma pesquisa realizada pela Ipsos para o Instituto Talanoa, cujos resultados foram divulgados nesta segunda-feira (16 de outubro), Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas.</p><p>Os dados, coletados entre 19 e 29 de dezembro de 2023, apontam que enchentes, deslizamentos, incêndios e ondas de calor estão entre as principais causas desses deslocamentos. A pesquisa foi feita com mil entrevistas online, abrangendo as classes A, B e C em todo o país, com representatividade de gênero, faixa etária e região.</p><h3>Impactos no cotidiano dos brasileiros</h3><p>Nos últimos 12 meses, os impactos climáticos mais relatados pelos entrevistados foram as ondas de calor extremo (48%), seguidas pela falta de energia elétrica (42%) e tempestades fortes (35%). A escassez de água (26%), o aumento de doenças transmitidas por mosquitos (23%) e as enchentes (21%) também foram citadas como problemas recorrentes.</p><p>A percepção de que eventos extremos estão se tornando mais frequentes é compartilhada por 70% da população. Aspectos cruciais do dia a dia, como saúde (40%), alimentação (37%), gastos com energia elétrica (37%), moradia (29%) e mobilidade (25%), estão entre os mais afetados.</p><h3>População apoia adaptação climática</h3><p>A pesquisa indica que o conceito de adaptação climática já alcançou a consciência pública. Cerca de 81% dos entrevistados afirmam ter ouvido falar no tema, embora apenas 13% declarem conhecê-lo bem. Mesmo diante de possíveis custos adicionais e transtornos, a maioria da população demonstra apoio a medidas para preparar cidades e infraestruturas.</p><p>O levantamento mostra que 63% concordam que novas construções devem considerar os efeitos das mudanças climáticas. Esse apoio cresce para 76% quando as obras são financiadas com recursos públicos. Dois terços da população (66%) apoiam ações de adaptação, enquanto apenas 9% se posicionam contra, com o suporte variando entre 58% no Sul e 73% no Sudeste.</p><h3>Reflexos para o Norte de Minas</h3><p>Para Montes Claros e toda a região do Norte de Minas, os dados da pesquisa acendem um alerta. A área é historicamente suscetível a ondas de calor intensas, períodos de seca prolongada e, mais recentemente, a eventos de chuvas torrenciais que causam inundações e deslizamentos em áreas vulneráveis. A falta de energia elétrica, mencionada na pesquisa, é uma realidade frequente durante tempestades na região.</p><p>A vulnerabilidade local aos impactos climáticos exige uma atenção redobrada das autoridades e da população. Investimentos em infraestrutura resiliente, sistemas de alerta precoce e planejamento urbano adaptado são essenciais para proteger os moradores e garantir a continuidade dos serviços básicos, minimizando os riscos de novos deslocamentos forçados.</p>"
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"Tempo e Clima",
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