CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha e convoca André Moura

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"content_html": "<h1>CPMI do INSS Aprova Quebra de Sigilo de Lulinha e Convoca André Moura em Brasília</h1><h2>Decisão sobre Fábio Luís Lula da Silva ocorre após menções em investigações de fraude contra aposentados; sessão foi marcada por tumulto.</h2><p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, nesta quinta-feira (26), a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido, solicitado pelo deputado Alfredo Gaspar (União/AL), visa esclarecer menções a Silva em investigações sobre um esquema nacional de descontos associativos não autorizados, que lesou milhões de aposentados e pensionistas.</p><p>Silva é citado na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou uma nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada em dezembro passado pela Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU). Mensagens extraídas do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como principal operador do esquema, indicam um repasse de ao menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz”, o que, segundo os investigadores, seria uma alusão a Lulinha.</p><h3>Investigação e Defesa de Lulinha</h3><p>O deputado Alfredo Gaspar justificou a medida como “imperativo técnico” para a CPMI, buscando acesso ao Relatório de Inteligência Financeira (RIF) de Fábio Luís Lula da Silva. Em nota divulgada ontem (25), a defesa de Silva negou qualquer relação do empresário com as fraudes contra beneficiários do INSS, afirmando que ele não participou de desvios nem recebeu valores de fontes criminosas. O advogado Guilherme Suguimori Santos informou que Silva se colocou à disposição do STF, mas ainda aguarda acesso aos autos do processo para prestar esclarecimentos.</p><p>“Diante da incessante campanha midiática reproduzindo dados parciais e sigilosos de uma investigação em andamento, entendi ser necessário requerer ao STF acesso à investigação”, revelou o advogado, enfatizando a necessidade de trabalhar com fatos e provas.</p><h3>Outras Convocatórias e Quebras de Sigilo</h3><p>Durante a 32ª reunião, a CPMI votou outros 86 requerimentos em bloco. Entre as aprovações, destacam-se a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master e a convocação de Augusto Ferreira Lima, ex-executivo e sócio da instituição financeira. Lima, atual controlador do Banco Pleno, é suspeito de ter “atuado na estrutura interna do Master e participado de manobras operacionais” para ocultar irregularidades, conforme a PF.</p><p>Também foram aprovadas as convocações do ex-deputado federal André Luis Dantas Ferreira, o André Moura, apontado como um dos possíveis articuladores do esquema em Sergipe; da empresária Danielle Miranda Fontelles, suspeita de operar estruturas de lavagem de dinheiro no exterior; e de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA), que foi alvo de operação policial em dezembro passado por supostas relações com o esquema fraudulento.</p><h3>Sessão Marcada por Tensões e Depoimentos</h3><p>Após a votação em bloco dos 87 requerimentos, a sessão da CPMI foi brevemente interrompida devido a um início de tumulto, com empurra-empurra e trocas de socos entre parlamentares. Além das votações, a comissão ouviu o depoimento do empresário Paulo Camisotti, filho e sócio de Maurício Camisotti, que está preso por envolvimento nas fraudes.</p><p>Os parlamentares também esperavam ouvir o deputado estadual Edson Cunha de Araújo (PSB/MA) e o advogado Cecílio Galvão, mas ambos não compareceram. Araújo alegou problemas de saúde e restrições impostas pelo ministro do STF, André Mendonça, enquanto Galvão justificou compromissos profissionais, o que levou o presidente da CPMI, deputado Carlos Viana (Podemos/MG), a determinar a condução coercitiva do advogado.</p><h3>Reflexos para o Norte de Minas</h3><p>As investigações conduzidas pela CPMI do INSS, embora centradas em Brasília, possuem um impacto direto na vida dos cidadãos do Norte de Minas. Milhões de aposentados e pensionistas em todo o Brasil, incluindo os da região, são potenciais vítimas de esquemas fraudulentos como o da Operação Sem Desconto. A transparência e a responsabilização dos envolvidos são cruciais para garantir que os recursos do INSS, essenciais para a subsistência de muitas famílias em Montes Claros e cidades vizinhas, sejam protegidos. A apuração de desvios fortalece a fiscalização e busca assegurar que os benefícios cheguem integralmente a quem de direito, impactando positivamente a segurança financeira da população local.</p>",
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