ONU vota reabertura do Estreito de Ormuz, mas Rússia e China indicam resistência

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas agendou para esta terça-feira, 7, uma votação crucial para aprovar uma resolução que visa garantir a reabertura do Estreito de Ormuz. A iniciativa, que representa a segunda tentativa da ONU de forçar o Irã a normalizar a navegação na estratégica via marítima, já enfrenta a oposição declarada da Rússia e da China.

Enquanto as diplomacias se movem em Nova York, a situação no Oriente Médio permanece crítica. O 39º dia da guerra foi marcado por intensos confrontos. Israel lançou novos ataques contra Teerã, e em resposta, forças iranianas dispararam sete mísseis balísticos em direção à Arábia Saudita, um país aliado dos Estados Unidos. Como medida de precaução, a ponte de 25 quilômetros que conecta a Arábia Saudita ao Bahrein foi temporariamente fechada.

O Irã também retomou bombardeios contra território israelense. Paralelamente, o Comando Central dos Estados Unidos informou ter atingido mais de 13 mil alvos no Irã desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.

Com a aproximação do ultimato estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Irã, previsto para a noite desta terça, o regime iraniano apelou à população para formar correntes humanas ao redor de usinas de energia, alvos declarados pelos americanos. A Agência Associated Press noticiou os desdobramentos.

Reflexos para o Norte de Minas

A instabilidade no Estreito de Ormuz, uma das rotas de petróleo mais importantes do mundo, pode ter repercussões indiretas para a economia global e, consequentemente, para o desenvolvimento do Norte de Minas. Embora a região não tenha ligação direta com o conflito, flutuações nos preços do petróleo e possíveis restrições ao comércio internacional podem afetar cadeias de suprimentos e o custo de insumos para a indústria e o agronegócio local. A Prefeitura de Montes Claros e entidades empresariais da região monitoram de perto os desdobramentos econômicos globais.

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