Toffoli mantém acareação no caso Banco Master e rejeita pedido da PGR

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira (24) um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para suspender uma audiência de acareação no caso envolvendo o Banco Master. A decisão mantém a data marcada para a próxima terça-feira (30), quando serão ouvidos o sócio do banco Daniel Vorcaro, o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa e o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino.

Investigação de fraudes bilionárias

A acareação faz parte da investigação sobre supostas fraudes financeiras que teriam movimentado cerca de R$ 17 bilhões através da emissão de títulos de crédito falsos. A Polícia Federal apura o caso desde 2024, no âmbito da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025.

Prisões e medidas cautelares

Na época da operação, Daniel Vorcaro foi detido no Aeroporto de Guarulhos (SP), um dia após a Fictor Holding Financeira anunciar a compra do Master, que passava por liquidação extrajudicial. Outros sócios de Vorcaro também foram presos, mas obtiveram autorização da Justiça Federal para responder em liberdade, sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. Eles estão proibidos de atuar no setor financeiro, de contatar outros investigados e de sair do país.

Transferência para o STF

O caso tramita em sigilo no STF sob relatoria de Toffoli. A condução do processo foi transferida da Justiça Federal em Brasília para a Corte após um pedido da defesa de Vorcaro, justificado pela citação de um deputado federal com foro privilegiado.

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