Seis pessoas, entre elas uma criança de apenas quatro anos, morreram em um grave acidente na noite de sexta-feira (21) no Rio Grande. A embarcação, que transportava 15 ocupantes e partiu de Franca (SP), colidiu violentamente contra um píer na margem mineira, próximo ao município de Sacramento (MG).
As vítimas fatais incluem três mulheres, dois homens e a criança. Os nomes e idades das vítimas ainda não foram divulgados pelas autoridades. Relatos de testemunhas no local indicam que três corpos foram encontrados logo após o impacto inicial. As outras três vítimas foram localizadas posteriormente, uma delas com o auxílio de um mergulhador amador que agiu antes da chegada das equipes de resgate especializadas.
Outras nove pessoas sobreviveram à colisão. Três delas receberam atendimento médico em Rifaina (SP), enquanto as seis restantes saíram ilesas do acidente, sem ferimentos aparentes.
Ação do Corpo de Bombeiros e Primeiros Socorros
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) foi acionado por volta das 23h, alertado sobre múltiplas mortes e a possibilidade de vítimas submersas. Ao chegarem ao local por volta das 23h30, as equipes encontraram a situação já sob controle por equipes da Guarda Civil e da Defesa Civil de Rifaina, que já prestavam os primeiros socorros aos sobreviventes.
Por precaução, mergulhadores realizaram uma varredura completa na área do acidente, mas não encontraram outras vítimas. A Polícia Militar de Minas Gerais também prestou apoio à ocorrência. A perícia técnica foi acionada e a Capitania dos Portos de Barra Bonita foi informada sobre o incidente para as devidas investigações.
Investigação das Causas
As causas exatas da colisão fatal ainda serão apuradas pelas autoridades competentes. Os trabalhos de resgate e varredura foram encerrados na madrugada de sábado (22), por volta das 4h30.
Reflexos para o Norte de Minas
Embora a tragédia tenha ocorrido em outro estado, a notícia serve como um lembrete da importância da segurança em atividades de lazer aquáticas, uma prática comum em rios e represas da região Norte de Minas. Autoridades locais e clubes náuticos frequentemente reforçam a necessidade de seguir normas de segurança, como o uso de coletes salva-vidas e a atenção redobrada em horários de menor visibilidade, como ocorreu neste caso.