O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) confirmou neste domingo (1º) a morte de três militares americanos e o ferimento grave de outros cinco durante a Operação Fúria Épica, uma ofensiva em andamento contra o Irã. Estas são as primeiras baixas divulgadas pelas forças dos EUA desde o início dos confrontos.
A operação, que inclui bombardeios massivos das forças aéreas e navais americanas, em conjunto com Israel, visa, segundo o presidente Donald Trump, a destruição da capacidade militar iraniana. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra alvos israelenses e instalações militares americanas na região.
Detalhes da Operação Fúria Épica
Em comunicado oficial, o CENTCOM detalhou que, além dos três mortos e cinco gravemente feridos, outros militares sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões, estando em processo de retorno ao serviço. A situação é descrita como fluida, e informações adicionais, incluindo as identidades dos militares falecidos, serão divulgadas 24 horas após a notificação dos familiares.
A Guarda Revolucionária do Irã alegou ter atingido com sucesso o porta-aviões USS Abraham Lincoln no Golfo com quatro mísseis balísticos. No entanto, o CENTCOM refutou a informação, afirmando que o porta-aviões “não foi atingido” e que os mísseis “nem sequer chegaram perto”.
Impacto em Israel
No centro de Israel, um prédio desabou após o “impacto direto” de um míssil iraniano, resultando na morte de nove pessoas, conforme informado pelos serviços de emergência israelenses. A organização Magen David Adom, equivalente à Cruz Vermelha em Israel, confirmou os óbitos e informou sobre a evacuação de 28 feridos, dois em estado grave. As forças de segurança israelenses relataram danos significativos e o colapso do edifício onde estavam civis.
A escalada de tensões entre os Estados Unidos e o Irã, com envolvimento de Israel, gera preocupações sobre a estabilidade regional. As ações militares e as retaliações mútua demonstram a gravidade do conflito em curso, cujas consequências ainda estão se desdobrando.